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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Férias de Verão 2013 - Opatija, Croácia.

Nossa, nunca na história desse blog posts sobre uma viagem demorou tanto tempo pra sair, gente eu juro que não é má vontade, é pura enrolação minha e um pouquinho de falta de tempo hahahhaa.

Eu quero que os posts fiquem bonitinhos, com fotos, informações úteis e ai acabo toda enrolada, começo mexer nas fotos e lembro que preciso imprimir, ai páro e vou separar as fotos pra imprimir, começo ver dados oficiais pra dar informações corretas e me lembro que uma amiga me pediu um roteiro não sei onde, ai lá vou eu procurar nos meus arquivos, essa vida de libriana é dificil!

Bom, mas agora eu to aqui e bora pra nossa estadia em Opatija que foi suuuuuuper legal, um dos lugares mais bonitos que já estive e eu SUUUUUPER recomendo, especialmente pra familias, já que pra galera que tá na "pegação" (será que quem tá nessa lê esse blog???) pode ser meio sem graça.

Em Fevereiro quando estavamos organizando essa viagem concordamos em ficar em albergue, era uma idéia que agradava nós dois (eu e o querido), reservamos albergue em Zagreb e Ljubljana, mas quando chegou a vez da praia a coisa complicou. 
Nossa primeira opção era Rijeka, Károly já havia passado por lá e tinha gostado bastante, a cidade era de bom tamanho e com bastante opções de lazer, o problema é que os albergues melhorzinhos custavam quase o mesmo valor de um bom hotel em Opatija, um lugar lindo e cheio de história do ladinho de Rijeka.
Quando vi as fotos e li as histórias não pensei duas vezes, deixei de lado a idéia de albergue e me joguei num belissimo hotel com piscina de frente pro mar.

Chegamos em Opatjia super cansados depois de um longo dia camelando no parque nacional, a viagem do parque até lá foi recheada de paisagens maravilhosas e uma serrinha pesada que me lembrou bastante a serra que vai pra Ubatuba, talvez um pouco pior nos trechos de praia, mas tão linda quanto.
Só faltou um carrão conversivel pra eu me sentir em um filme, porque a paisagem e a estradinha estreita e perigosa nós tinhamos, o galã também hahhaha.



Me apaixonei pelo lugar logo de cara, tudo era lindo, charmoso e bem conservado, inclusive os casais de velhinhos que devem passar o verão por lá desde 1500, desculpa, não deu pra segurar. É que tem muitos casais da melhor idade e eu ficava criando histórinha. Me encantei por eles também, sempre muuuuuito bem arrumados, homens de camisa de linho e as senhorinhas com pérolas e muito laquê no cabelo, uma finesse! 

Muito charme e muita historia
A capelinha que ja foi uma abadia, construida em 1506


Agora vamos ao que interessa, o hotel!

Um pouco antes da nossa ida eu vi na página do hotel no site que eu fiz a reserva, alguns comentários negativos sobre o anexo, o local onde ficariamos hospedados. Todos falavam que era velho e desconfortável, que não tinha internet e nem ar condicionado, parece besteira mas fato é que atualmente é o minimo que as pessoas esperam de um bom hotel.
Eu fiquei meio sismada, tentei achar outro hotel mas ja era tarde demais e ou ficavamos com aquele mesmo ouuuuuu não iriamos mais, tentei contato via email, querendo mais informações e claro, fui ignorada. Isso me deixou meio puta, sou escolada em hotelaria e hotel que sequer responde email mosta que não tem consideração pelos seus hóspedes.

Já passava das 18:00 quando chegamos, tava calor pra caramba e eu suuuuper cansada. Paramos na frente da entrada principal e eu segui pra portaria pra saber onde poderiamos estacionar e tals, eu sabia que aquele era o prédio principal, o nosso era o anexo. 
O senhor que me atendeu foi bastante simpatico, explicou onde era o nosse prédio e que o estacionamento ali era gratuito, porém já estava lotado. Me deu o cartão do outro estacionamento que ficava numa colina e disse que poderiamos descarregar o carro e depois parar nesse local, o preço lá era dez euros por dia.

Bom, parar na rua sei la onde tava fora de cogitação!
Chegamos no Villa Amália, o nosso anexo e a recepcionista também foi bem gentil, porém pouco eficaz. Mesmo vendo que eu tava carregando a casa nas costas sequer deu o trabalho de chamar alguém pra ajudar, ponto negativo!

Enquanto o Károly tirava o resto das coisas eu subi pro quarto e constatei o fato, era realmente bem velho kkkkkk, carpetado, com colchas e cortinas de veludo que deviam estar lá desde 1920, quando o hotel foi construído.
Sem ar condicionado, internet ou sequer um frigobar pra ter uma água gelada pra refrescar.
O banheiro era descente, tudo funcionando muito bem e limpo, isso eu acho importante demais, se não tivesse em ordem eu teria ido embora sem dó!

Lembrei do velho ditado "aquilo que não tem remédio, remediado está!", jurei que não iria emburrar, que iria encarnar a polliana e ser feliz com oque tinhamos.


Fomos estacionar o carro e na volta pudemos apreciar um pouco mais daquele lugar lindo, parei na recepção pra ter uma palavrinha com a recepcionista, confirmar se realmente não teriamos água gelada, internet e afins.
Ela disse que sentia nuito, mas que realmente nada disso estava disponível nos quartos daquele prédio. O fato de ser velho dificulta reformas blablablabla, mas hey, tinha café da manhã incluso e de tanto encher o saco por email conseguimos um quarto de frente pro mar, na nossa reserva não incluia café e nem vista. Eles não responderam o email mas leram e tentaram ser bacanas, ponto positivo.


Desfizemos as malas, me livrei daquelas colchas de veludo, abri as cortinas e voilá, tudo estava bem melhor, aquele aspecto de casa velha, fechada foi embora quando a luz e a brisa entrou. Pok tava fazendo a festa, feliz da vida. Ele adora hotel, novo ou velho, feio ou bonito, é com ele mesmo!

Vista linda!
Não é ruim, só é velho! hahaha

Já passava das nove quando saímos pra jantar, a fomos era grande mas a vontade de procurar algo era pequena. Paramos num supermercado que já estava fechando pra comprar água e uns snacks e na volta encontramos uma lanchonete aberta, dali saiu pizza pro Pok e sanduiches pra gente.

O sofá virou a cama do Pok e ele ali dormiu feliz durante as 3 noites. 
Conseguimos trocar os travesseiros de pena e graças a Deus mesmo com aquele carpete e veludo todo ninguém teve crise alérgica.


O sofa virou cama

Meu ventilador mais uma vez foi a salvação da lavoura! =)

Folgadinho vendo desenho e aproveitando o ventinho


Os dias em Opatija foram dedicados a preguiça, foi praia, piscina e passeios pela orla. Antes até haviamos comentado sobre visitar as cidades do lado, mas o calor e a preguiça nos pegaram de jeito e nos rendemos.
Mesmo assim foi maravilhoso, acordavamos todos os dias cedinho, tomávamos um bom café da manhã e dali iamos direto pra água.

A área do hotel era bélissima, exatamente como foi apresentado no site e quanto a isso não tivemos doque nos queixar, tudo muito lindo e muito limpo.
O café da manhã era O CAFÉ DA MANHÃ, extremamente farto e bem servido, a gente não sabia nem por onde começar, Pok até agora ve as fotos e pede pra voltar lá comer!


A área do Hotel  Kvarner
Mais de um seculo de historia.


Praia e Piscina, eu fiquei surpresa com a praia, que na verdade não existe.

Opatija fica na baia do Kvarner a praia foi concretada e pra facilitar a vida da galera foram constuídos decks de concreto e em algumas áreas forma verdadeiras piscinas naturais.

Pra quem gosta de praia com gosta de praia com areia eu aconselho passar longe, já se você for como eu que adora o mar mas detestar areia, esse é o seu lugar! =)

Algumas áreas são rasas e outras profundas, mas por todos os lados a água é cristalina e muito limpa.

Em frente ao nosso hotel era rasinho e isso facilitou a nossa vida, já que estavamos com o Pok e por mais que ambos saibamos nadar, não acho legal levar a criança na bóia pro fundo onde não dá pé pra gente.

A "nossa" prainha!
Uma praia bem diferente doque estamos acostumados

Apesar do calor, o mar não é assim tão quentinho e por isso quando o frio batia corriamos pra piscina do hotel e por lá ficavamos.
A piscina tava sempre morninha e vazia, ali passamos bons momentos. =)

Só nossa hahaha
Tava bom DEMAIS


Pra encerrar o dia sempre tinha um passeio pela vizinhança, jantarzinho, sorvete pro filhote e cervejinha pra gente, tudo sem pressa no maior sossego! =)

Pausa para admiração
familinha
Meus meninos
Hora de encher a pancinha
DORMIU!

A parte complicada e que até me deixou um pouco frustrada foi o sono do Pok. Óbvio que depois de passar o dia na água o menino ficasse com as baterias arriadas, a gente até tentava botar ele pra dormir a tarde, mas a vontade de brincar e aproveitar era maior, ele não se rendia e complicava a nossa vida a noite.
Na segunda noite ele dormiu no banco do restaurante, 19:30 ele estava no sono dos justos, terminamos de comer, tomamos nossa cervejinha, ficamos de papo e ele lá, dormindo e causando inveja na galera que tava com a criançada correndo pra lá e pra cá.

Pra última noite haviamos pensando em um jantar especial e tals, mas nada disso rolou. O jantar especial foi trocado por um restaurante qualquer, já que o que queriamos só começava a servir as 20:00, pedi paella e tava HORRIVEL!
Pok comeu pizza e depois começou o show de horror, berrando pra querer ir embora.

Fiquei triste, frustrada e com fome, nessas horas eu sou PIOR doque criança, assumo!

Voltamos pro hotel no pior humor possivel, Pok dormiu e eu chorei porque queria aproveitar a noite maravilhosa e não podia. Tava rolando uma festa na praia, da nossa janela podiamos ouvir a criançada correndo e brincando, o povo conversando e rindo, podiamos ouvir a musica e ver  lua cheia refletindo no mar.
Tinha tudo pra ser uma noite e tanto, até fogos teve!

Lá pelas 22:00 Károly sugeriu que o acordássemos, mas sei lá porque eu não quis, hoje olho pra trás e vejo que sim, deveriamos ao menos ter tentado, ele estaria descansado e é bem possível que teriamos aproveitado.
Também poderiamos ter jantado no nosso hotel ou ter tomado nosso drink na varanda, ele poderia ter se esticado num dos sofás maravilhosos do lounge e ficado numa boa, mas não, a fome e a frustração não me deixaram pensar. =(

Aprendemos a lição e guardaremos pra próxima.

Uma amiga já me perguntou porque não levamos carrinho, fato é que o carrinho do Pok não é tão confortável e por mais cansado que estivesse ele não teria dormido nele, talvez seria útil pra depois que pegasse no sono, mas tb nem pensei.

Lua linda

Na manhã seguinte estavamos todos numa boa novamente.


Agora vamos aos serviços e diquinhas pessoais...

Pra saber mais sobre Opatija, clique aqui.

Eu sempre uso o Booking.com, é meu site favorito pra fazer reservas, é de confiança. Sempre dou uma olhada na opnião do povo sobre o lugar, o site é imparcial e coloca a opnião de todo mundo, boa ou ruim.

Por toda orla é possível encontrar barraquinhas vendendo passeios de barco, parece bem legal. Alguns duram o dia todo e incluem refeiçoes, outros é apenas uma voltinha pelas ilhas e cidades próximas.

Fora a praia, tem parquinhos bacanas e boas sorveterias para os pequenos, tam também uma feirinha com alguns brinquedos do tipo carrinhos de bate-bate, passeios de cavalinhos, essas coisas. (sou tão boa mãe que só vimos isso na ultima noite quando ja estavamos de saco cheio voltando pra casa, nem foto tem!)

As crianças não são tão bem vindas nos restaurantes dos hotéis e mais refinados, não é atoa que alguns começam a servir o jantar só depois das 20:00. Acredito que é assim justamente porque o público em Opatija é dividido em dois grupos, familia com crianças e idosos hahahha.
Vovós e vovôs discolados que tiraram férias dos seus netinhos querem distancia dos netos dos outros, acho JUSTISSIMO, farei o mesmo quando estiver na melhor idade. =)

Mas olha, não pense que faltam opções, não faltam não, tem muitos restaurantes legais pra todos os gostos e bolsos onde os pequenos serão bem vindos. Apenas não conte com "kids corner" e outras alternativas pra distrair os filhotes.

O hotel Kvarner com toda sua imponencia e beleza, também esqueceu dos pequenos, entre lounges lindissimos, a piscina bacana, boulevard bem calçado e um jardim maravilhoso, não conseguimos encontrar um escorregadorzinho sequer, familias com crianças realmente não devem ser o público alvo deles.

Toda região da baia do Kvarner é belissima, Rijeka, parece ser uma opção bem melhor para mochileiros e quem tá afim de mais badalação. Há também opções de praias com areia nas cidades ao lado. =)

Essa foi nossa estadia em Opatija, pra completar a série de posts sobre nossas férias de verão ainda falta Hum, a menor cidade do mundo, Ljubljana e a volta pra casa. =)

Prometo fazer o máximo pra parar com essa enrolação.

Beijocas e boa semana

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Férias de Verão 2013 - Parque Nacional dos Lagos de Plitvice

Desde que assisti a edição do Globo Repórter sobre a Croácia eu fiquei encantada com esse parque (e com a Croacia toda!). Confesso que não sou lá muito ligada em natureza, mato e afins, tive minha cota de "aventura" nos meus anos de escoteira. Depois dos vinte aninhos to mais pro concreto, cidades e tals.

Enfim, me encantei e convenci o Károly (que já conhecia) que deviamos visitar nesse verão. Ele bem que tentou me avisar que apesar de lindo, o lugar não era bem o meu tipo de passeio. Eu ignorei.

Saimos de manhã de Zagreb e seguimos pro parque, que fica há mais o menos 150km, oque numa situação comum de estrada quer dizer menos de duas horas. No caso dessa viagem, significa mais de duas horas.
A estrada lembra a velha e boa BR116, LOTADA de caminhoneiros com sangue "nozoio" e muuuuitas curvas.




É um caminho bacana, passa por muitas cidadezinhas cheias de banquinhas de mel, vinho e queijos, uma paisagem diferente de tudo oque eu já vi por aqui. Mas tem também o lado triste, que até então não haviamos visto, os resquicios da guerra. Passamos por vilas que ainda estão sendo reconstruídas, casas metralhadas, parecendo uma peneira de tanto buraco de bala.
Entretanto oque mais me chocou foi uma escola, totalmente em ruínas e destruida, é visivel o empenho que houve pra acabar com aquele lugar. =(

Não tirei fotos, na hora nem pensei no assunto.

Chegamos no parque lá pelas dez e pouco, o estacionamento já tava cheio e eu estave eufórica. Pok que havia dormido a viagem toda estava bem descansado e pronto pra mais uma "aventura".

Eu já havia me informado que lá dentro havia um "trenzinho" pra fazer o passeio e tinha também um barco, pensei que essas seriam as melhores alternativas pra gente, primeiro porque estavamos com o Pok e sabiamos que esse negócio de fazer 'trilha" com criança não é muito bacana, segundo porque eu DETESTO fazer trilha kkkk.

Na portaria me informei, a mocinha muito gentil explicou exatamente oque fazer e lá fomos nós. De acordo com ela seria 15 minutos de caminhada até o trenzinho, de lá deveriamos descer na parada numero 3 e depois caminhar mata adentro (pelos lagos) até o barco que nos levaria ao ponto 1.
Opa, tava joia, uma hora e meia de caminhada me pareceu ok.

Pok se achando super aventureiro!
Lá fomos nós, tudo muito lindo e tals. Pegamos o trenzinho vazio na primeira estação, na segunda tinha um povão alvoroçado, parecia a estação da Sé as 6 da tarde. Uma gente mal educada e esquisita, Károly fez questão de dizer que aquele povo era a galera típica dos Balcãs, eu não gosto muito dessas generalizações e prefiro acreditar que nem todo mundo por lá é mal educado como aquela gente.

Pok se achando dono do Trenzinho e o povão esperando pra invadir.

Seguimos por uma trilha em zig-zag, eu olhava admirada para aquele água de um verde piscina maravilhoso, nunca tinha visto nada parecido, feliz agradecia o querido por ter me levado, agradecia a Deus, enfim, tava no paraíso!

Pok pediu essa foto, no trem que não era trem!

Na estação 3 começou o meu INFERNO!

Descemos do trenzinho e fomos pra tal trilha que nos levaria ao barco, a mocinha, indicou por onde seguir e eu já comecei a choradeira, eram umas passarelas de madeira, uma coisa estreita em cima dos lagos. Tava lotado e eu tava vendo a hora que um daqueles seres cretinos iria me empurrar pra sair da frente e eu iria cair e morrer! (DRAMA!)
Deixamos todo mundo seguir na nossa frente.

Károly não sabia se ria ou se chorava, se me ajudava ou se segurava o Pok, sim queridos, lembre-se, ele tava junto!

Segurança ZERO, eu não to exagerando!

A pedidos eu dei uma relaxada e tals, pensando "ahhh o barco tá perto, bora curtir a paisagem!", tiramos fotos e tudo ia bem até eu me dar conta de que mais de uma hora e meia já havia se passado e nem sinal do tal do barco.
Olha ae, dá até pra mentir que foi só alegria!
Seguimos caminhando, Pok ja não aguentava mais e berrava pra ir no cólo, o pai cansado implorava pra ele aceitar ir de cavalinho, ele não queria, queria ir no cólo. Eu chorando porque começamos a descer uns barrancos, a bagaça era escorregadia, tava vendo a hora que eu ia rolar lá pra baixo e fazer um strike na galera.

Não foi bacana!
 Detalhe, eu andando tudo isso de CHINELO, porque a espertona não levou TENIS!


Pausa!


Ao todo passamos 3 HORAS nessa trilha e foi o INFERNO na terra. Chegamos no barquinho eu já tava chorando e puta da vida, mas fiquei felizinha, esperava um passeiozinho e tals, na verdade era uma balsa pra atravessar do outro lado hahha, não era o meu dia!

Do outro lado, tinha um lugar super bacana que vc pode alugar canoas e fazer passeio, restaurante, playground, o lugar ideal pra ficar de boa admirando a paisagem e molhando os pés na água gelada.

Estavamos os três tão cansados, tão passados fisica e emocionalmente que nem paramos ali, subimos a escadaria de volta (enorme) pro ponto1 e caminhamos pra saída.

E ai rolou uma coisa bizarra e a cereja do bolo, vimos um monte de gente que haviamos visto horas atrás lá no meio do mato caminhando em sentido oposto, descobrimos então que haviam rotas alternativas, mais curtas e a LAZARENTA na entrada nos indicou a trilha mais LONGA. Gente, que raiva, eu praguejei até a oitava geração daquela infeliz e só não parei na portaria pra falar um monte porque realmente estava acabada, só queria ir pro carro.

Bom, é o seguinte, o lugar é lindo, maravilhoso não é atoa que recebe zilhões de visitantes de todas as idades e é patrimonio mundial da humanidade, PORÉM, o meu querido tinha razão, não é o meu tipo de passeio.
Então, se você é assim bunda-mole como eu, eu sugiro que vá pra lá dar uma olhada por cima, escolha uma trilha alternativa ou nem escolha uma trilha, simplesmente caminhe até a estação numero2 e desça pro primeiro lago, ali vc pode ir de barquinho até a estação 3 ouuuuuu alugar uma canoa e ficar curtindo, a canoa custa uns 5 euros.

Também achei que apesar de bem cuidado (suuuuper limpo, vc não ve o povo fazendo farofa, não vi sequer uma bituca de cigarro no chão durante a trilha) e de ter uma estrutura legal, falta segurança. As passarelas me deixaram bastante insegura e acredito que nas trilhas poderiam ao menos colocar umas barras de ferro, tipo corrimão, afinal tem gente de todas as idades por ali.

Eu recomendo levar crianças maiores de 3 anos e que sejam habituadas à esse tipo de passeio ou pelo menos que curtam uma coisa natureba. Pok não foi o único berrando e nós não eramos os únicos país passando aperto.
Até dá pra levar carrinho, mas se prepare pra ter que desmontar em alguns trechos ou carregar.

Use tenis, leve água, passe protetor solar, repelente e desencane de banheiro, não tem nenhum durante a trilha, apenas nos pontos de apoio.


A entrada do parque custa uns 15 euros, (110 kunas), o estacionamento acho que foi uns 4 euros (7 kunas por hora), estudante tem desconto e crianças menores de 6 anos não pagam, de 7 a 18 anos pagam meia.
O "trenzinho" e o barco estão inclusos no preço.

Pra ver só por cima é de graça, ou seja, se estiver passando por ali e quiser apenas parar pra dar uma olhada e tirar essa foto abaixo, é de GRAÇA!



Esse é o site oficial do Parque Plitvice, qualquer coisa to por aqui, se eu puder ajudar será um prazer.

Beijocas e ótimo final de semana.


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Férias de Verão 2013 - Croácia - Zagreb.

Eu sempre quis ir pra Croácia (e zilhões de outros lugares kkkk) mas acabava me enrolando, indo pra outro canto e deixando essa idéia de lado. No ano passado depois de assistir alguns programas sobre esse pequeno país, a vontade voltou de vez.
Pensamos, repensamos, já estavamos indo ao Brasil e não dava pra fazer uma viagem cara no verão, (vida de proletariado). Olha mapa, estuda rotas, possibilidades e voilá, vamos pra Croácia.

O tempo também era curto, tinhamos apenas seis dias, então tinhamos que pensar num roteiro que não fosse fora de mão, dessa forma não perderiamos tanto tempo em estradas.

Zagreb foi nossa primeira parada, saimos de manhã de Budapeste e chegamos lá por volta das 13:00. Haviamos optado por um albergue, mas com quarto e banheiro privativo. Eu achei online e me pareceu uma excelente opção, ficava bem no centro da cidade, oque facilitaria bastante nosso deslocamento e tinha boas referencias.

Apenas dois dias antes nos demos conta de que o fato de ser bem no miolo da cidade poderia ser um problema, como é que chegariamos lá? As ruas eram fechadas (calçadão), ficamos agoniados. Mandei um email pro albergue e eles me explicaram que apesar das ruas serem fechadas, os hóspedes das acomodações da região tinham acesso, caso fossemos parados por algum guarda bastava mostrar nossa reserva, também passaram a rota direitinho de como chegar.

Segunda-feira, 15 de julho, um sol escaldante, a cidade lotada e a gente morrendo de medo de se perder, entra aqui, vira ali, finalmente chegamos.
Já de cara me apaixonei pelo lugar, uma vibe super boa, uma galera animada, nossa, me senti de volta no tempo, quando a vida era exatamente essa, viajar e curtir.

Apesar do check inn ser apenas as 15:00 hrs, nosso quartinho já estava pronto pra nós (eles sabiam que iamos com criança) e pudemos subir direto deixar nossas coisas e dar uma relaxada.
O quarto era uma graça, limpo e espaçoso, era no último andar porque era o andar mais calmo e silencioso, entretanto, com aquele sol todo tava bem quente, infelizmente o ar condicionado não tava funcionando (não se pode ter tudo!) mas meu super ventilador deu conta do recado e nos refrescou durante nossa estadia! =)

Hostel ChillOut - Zagreb (Pok AMOU!)

Descansamos por ali e seguimos pra um passeio pelas redondezas. O funicular que ficava bem na porta e subia pra cidade alta (o lado antigo e histórico da cidade) estava temporariamente desligado, Karolão cheio de coragem resolveu subir a escadaria, me ouviu ir reclamando e morrendo até o topo hahahha.

Lá de cima a vista era linda, o cenário também. Ruas e vielas cheias de histórias e charme, turistas por todos os lados e o sol quente amolecendo meus miolos.
Pok estava cansado, tadinho, mas o pai não esmoreceu. Pegou o menino no cólo e por ali passeamos por pelo menos umas duas horas, esse menino deve agradecer o pai que tem porque olha, não é qualquer um que tem esse pique de carregar criança pra baixo e pra cima  não, eu mesma não tenho! kkk (menas maiiiinnn)

Subimos e descemos ladeiras (coisa inexistente nessa Holandinha plana!) com calçacas estreitas e ruas de pedra.

Na cidade alta achei meio que sem querer o "museu de relações cortadas" (Museum of Broken Relationships), foi a nossa primeira parada, adorei!

Em seguida passeamos por grande parte do bairro com olhares atentos e curiosos, a tantos detalhes, plaquinhas e novidades.

Por último visitamos a imponente Catedral dedicada a Assunção da Virgem Maria e aos reis Stephan e Ladislau. Relembrei meus dias de História da Civilização e da Arte e observei cada detalhe daquela faxada maravilhosa e tão bem trabalha, que eu já tinha visto tantas vezes em livros e slides.

Na volta zanzamos mais um pouco pelo centro e quando o cansaço bateu de vez voltamos pro albergue, por lá a galera já estava em ritmo de festa, sentamos uma pra uma cerveja enquanto Pok relaxava assistindo desenho no tablet.
Que delicia bater papo, conhecer gente nova, esquecer um pouco da vida e se deixar levar.

Já passava das sete da noite quando a chuva caiu, arrastei o Pok pra brincar mas ele não curtiu muito, todo molhado pediu pra tomar banho e trocar de roupa (esse não é meu filho kkkk). De banho tomado e roupas limpas encerramos a noite em uma sorveteria maravilhosa.



Um pedacinho bem inhooo do que vimos nesse dia.


Terça-feira começou cedo, tomamos um café da manhã reforçado e seguimos pra um passeio pelo suburbio, Pok cismou que queria porque queria andar de tram, que ele chamava de "trenzinho azul", então vimos qual era a melhor rota e la fomos nós. Saimos do circuito turistico e fomos explorar o resto da cidade.

Pegamos o trem 17 e fomos parar lá no lago Jarun, um lugar muito bacana, com muitas arvores, area de recreação, pista pra corrida, bike, skate e afins.
Não chegamos a ir do outro lado, onde ficavam as ilhas e tinha "prainha", Károly ficou fazendo doce e eu desencanei, não tenho saco pra ficar convencendo os outros a entrar na minha.
Pok curtiu o parquinho e quando o sol bateu forte pegamos o tram de volta, antes disso nos abastecemos no supermercado e ficamos nos sentido super locais por estar longe da "turistada!".

Uma cena engraçada da volta pro albergue, paramos pra comprar ticket do tram (bonde) e o Pok viru os pirulitos e ficou louco hahahah sim,ele já conhece, sabe oque é ADORA, eu sou "menas maiiiinnn" e eu dou!
Sou tão "menas mainnnn" que até faço chantagem com ele. =)





No albergue eu fiz um almocinho pra gente (macarrão istantaneo e salsicha, uma coisa bem praiana!) e depois do almoço rolou uma soneca. Pode parecer coisa de preguiçoso, mas eu explico, primeiro o Pok realmente se cansa de ficar pra cima e pra baixo, segundo, achamos cruel ficar na rua com ele debaixo do sol super quente, viajamos pra passear, nos divertir e não ficar se torturando kkkk.

Depois da soneca partimos pra mais um passeio, dessa vez usamos um daqueles onibus turisticos que passam por toda a cidade. Foi uma experiência bacana, nos arrependemos de não ter usado de manhã, certamente teria sido mais proveitoso.
O passeio durou por volta de uma hora, pudemos ver a cidade toda, saber um pouco mais sobre a história de cada lugar, valeu a pena.

Encerramos nosso dia caminhando pelos arredores da estação central com suas praças lindas e lotadas.



Zagreb é uma cidade muito linda, adoramos nossa estadia por lá. Encontramos muitas pessoas gentis e educadas nos nossos caminhos, não rolou nenhum perrengue ou coisa assim. Claro que não conseguimos ver tudo, visitar tudo oque gostariamos, mas foi sem duvida uma boa viagem e valeu muito a pena.
Inclusive torno a dizer que o hostel foi a nossa melhor escolha pra esse momento que estamos vivendo, foi divertido pra nós três, foi legal ter esse contato com outras pessoas, foi super tranquilo e eu super recomendo pra quem tá afim não só de viajar e conhecer um novo lugar, mas também ter contato com outras pessoas.

Quem viaja com criança sabe bem que pra coisa rolar numa boa é preciso ter paciencia e respeitar os horários dos pequenos. Acredito de coração que existem crianças com 3 anos de idade que conseguem passar horas dentro de um museu, super calminha apreciando a arte exposta ouuu que consegue andar (ou ficar no carrinho) indo pra baixo e pra cima pela cidade sem se cansar, mas esse não é o nosso caso. Por isso o unico museu que eu entrei foi um museu bem pequenininho e o pai ficou com ele no café enquanto eu dava uma olhada.
Por isso também fizemos muitas pausas e na manhã de Terça fomos para o passeio que nosso filho escolheu, acho justo que todo mundo possa curtir.

Optamos por não levar o carrinho porque o Pok gosta de caminhar e mante-lo sentado no carrinho suando com o calorão de trinta e tantos graus não seria uma boa opção. Vale lembrar que a cidade alta é cheia de escadas e ruas de pedras, empurrar carrinho não é tão simples assim.

Pra quem for pra lá com pequenos, sugiro acomodação no centro e um passeio com o onibus de turismo, custa em torno de 7 euros por pessoa, dura uma hora (mais o menos). Começa as 12:00 e vai até as 18:30 num intervalo de meia hora. Vc pode descer pra visitar o local e pegar o próximo pra continuar o passeio.

Por todo o centro tem mercadinhos, lojas de conveniencia e padarias, as padarias são um paraíso a parte hahaha, bem como as sorveterias, arrisco dizer que foi o melhor sorvete que ja provei!
Como ficamos no albergue e tinhamos cozinha e geladeira, compramos varias coisas no mercadinho e preparamos por lá mesmo, foi mais pratico e barato.

Comer fora também não é caro, mas resolvemos deixar essa opção pra quando estivessemos em Opatija, na Riviera. =)

Qualquer coisa é só perguntar.

Beijocas e aguardem que tem mais.

terça-feira, 9 de abril de 2013

A praia, a feijuca e o coração partido!


Sábado meus meninos conheceram um pedacinho do litoral paulistano e puderam se banhar nas águas do oceano atlântico pela primeira vez.
Descemos pra Praia Grande, meu pai tem um apto lá e como o tempo era curto demais pra ir mais longe ficamos com essa opção.
Sábado de outono, temperatura na casa dos vinte e cinco graus, praia tranquila e água morna, morna pra gente, meu pai achou que estava fria e pelos míseros gatos pingados dando um mergulho, acho que tinha mais gente concordando com ele hahaha.

Aproooooveitamos, passamos a tarde toda entre mergulhos, peixinho frito e caipirinhas. Pok não quis saber de areia e na água preferiu ficar no colo. Comeu tudo oque viu pela frente e na volta pra casa dormiu o tempo todo. Vida mansa!
Károly gostou tanto que já prometeu que na próxima vai passar pelo menos uma semana por lá, ele não acreditou quando eu disse que no verão a paisagem é beeeem diferente e por isso nossas idas pra lá sempre foram fora de temporada!

No domingo fomos pra casa do meu pai, minha mãe fez um feijoada e aproveitamos pra fazer uma despedida pro Károly. Até tinhamos planos de sair depois da feijuca, mas a preguiça bateu forte e ficamos em casa mesmo kkk

Ontem o meu querido voltou pra Holanda e agora tá rolando um coração partido. Confesso que achei que seria mais fácil, mas a verdade é que na noite passada custei a dormir e hoje as horas estão se arrastando, sem ele por perto parece que tudo perdeu um pouco a graça! =(

"Upa, Upa, cavalinho!"
um outono mais morninho =)
A primeira vez numa praia brasileira
"Hmmm e esse peixe que não chega!"
Praia tranquila
"Opa, chegou!"
"Aiiinnnn coisa estranha essa areia molhada!"
Churrrrooos!

Feijuca da minha mamãe"
Bommmmm
Sobremesa clássica, gelatina colorida!
Claro que ele já aprendeu berrar no ventilador!

Agora que o Károly voltou eu vou aproveitar pra colocar o papo em dia com as amigas e marcar uns compromissos. Enquanto ele esteve aqui eu quis aproveitar um pouco mais com ele, visitar alguns lugares, ter um tempo só nosso, algo que é meio raro na nossa vida na Holanda, coisa de quem não tem babá, vocês sabem!

Batemos pernas pelo centrão, namoramos e saímos algumas noites pra uma cervejinha. Confesso que dá até um certo arrependimento de não ter saído mais, mas dessa vez aproveitamos bem mais o dia do que a noite paulistana!

Pok desde que chegou se mostrou bem à vontade com minha mãe, minha tia e toda a vizinhança, então não foi um problema deixa-lo em casa e sair pra um programinha à dois. Porém, apesar de ve-lo super confiante e numa boa, não foi dessa vez que conseguimos desencanar total, tipo, deixa-lo aqui e ir pra algum lugar por uns dois dias! Quem sabe na próxima, junto com as noitadas! kkkk

Bom, agora é aproveitar as próximas semanas porque em breve voaremos de volta pra casa porque por mais que eu ame esse Brasil varonil, a minha casa agora é onde meu coração se completa. =)



Beijocas e quem tiver por aqui, bora marcar um encontrinho.


PS: Pok essa noite dormiu agarrado com a foto do pai, acordou umas dez vezes, deu pena! =(

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Península de Tihany

Ontem foi dia de churrasquinho Hungaro na casa da sogra, com direito a familia inteira mais os vizinhos dos dois lados, foi bem legal mas como ainda não terminei de contar sobre a viagem ao lago Balaton, os detalhes do churrasco e as fotos ficam pra outro post, porque sim, vale um post com foto e tudo, o churrasco deles é bem diferente dos nossos na Holanda e no Brasil. =)

O post de hoje é sobre a belissima península de Tihany, ir para a região e não visitar esse lugar é como ir ao Rio de Janeiro e não visitar o Cristo, então anotem ai, "visitar a peninsula de Tihany", na minha opnião até agora é um dos lugares mais bonitos que eu ja visitei aqui na Hungria.

Bom, um pouquinho de história não faz mal a ninguém, então como dizia o velho Goulart de Andrade no comando da madrugada, "Vem comigo..."

É em Tihany que foi encontrado o primeiro registro da lingua Hungara no formato que conhecemos hoje, a abadia Beneditina foi fundada em 1055 pelo Hungaro András e a igreja em estilo barroco que ainda tá lá firme e forte foi reconstruída em 1755, Brasilzão varonil ainda era jovenzinho hein.
Não falta história e "causos" sobre o local, vai desde que serviu de cativeiro pra o Imperador Charles I da Austria até lendas bonitinhas sobre uma princesa mesquinha que tinha um bode com pelo de ouro.
Durante nossa visita a esse patrimônio fiquei curiosa quando vi um grupo de crianças e adolecentes no topo da colina gritando em coro, não entendi o grito de guerra, mas o eco que deu foi impressionante. Mais tarde lendo sobre Tihany descobri que sua acustica é sensacional e que o eco que rola ali inspirou muitos poetas Hungaros, nessa pesquisa também descobri que o pequeno vilarejo tem a renda percapita mais alta da Hungria e as casas mais caras, oque não me espanta, afinal tem uma vista maravilhosa e privilegiada pro lago Balaton, isso realmente não é pra qualquer um.

Passamos algumas horinhas nesse lugar lindo e eu fiquei apaixonada, pra todos os cantos que eu olhava eu sorria surpresa com tamanha beleza!

De Tihany seguimos para as vinícolas, to dizendo, passeio completo, você tem o lago, a península e ainda vinícolas... sinto pena dos turistas que só ficam em Budapeste!

No centrinho do pé da montanha tava rolando uma quermesse exatamente como aquelas feirinhas de artesanatos que tem em todo o litoral e estâncias turisticas Brasileiras, tinha de tudo, mini parque de diversões, barracas com artesanatos, livros, presentes e muitos comes e bebes, se não fosse pelo povo falando Hungaro (e outras linguas estranhas que não consegui identificar) poderia dizer que tava no Brasil.
Ficamos por ali passeando e decidindo como iriamos para as vinicolas, tinha o trenzinho, uns jipes com motoristas insanos que passavam voando pelas ruas estreitas e o nosso carro, decidimos que iriamos de carro e que antes iriamos comer algo porque tava todo mundo azul de fome.
Pokbunny perdeu o senso de humor quando sentamos pra comer, começou a reclamar, chorou e melou nosso passeio, na real ele foi até bastante paciente, estavamos na rua desde nove da manhã, nessa hora já passava das duas da tarde, ele tinha tirado uma sonequinha de quarenta minutos do carro e nada mais, eu também fiquei meio irritada com o rango, um espetinho de frango com bacon que não me embrulhou o estomago. Deixei o Karo com os sogros e fui dar uma volta pra acalmar minha ferinha.

Eles terminaram o almoço, os sogros foram até o pier do lago e nós ficamos distraindo pokbunny que corria feliz em volta de uma fonte, quase morremos de rir com ele fazendo "monstro" atrás de turistas alemãs. Por algum motivo ele se irritou com umas pessoas e saiu andando atrás deles com as mãozinhas pra cima rosnando, foi hilário.

Os sogros voltaram e subimos com eles para as montanhas, ao menos pra eu poder ver de longe oque eu ia perder, vinicolas e mais vinicolas, adegas e mais adegas, gente e vinho por todos os lados, parecia bem legal, mas não foi dessa vez!
Deixamos os sogros por lá com um pedido especial de que não esquececem de levar uma garrafa de vinho pra gente e voltamos pra Veszprém com nosso monstrinho que já dormia tranquilo em sua cadeirinha.

Fotitos

Click na foto para aumentar.
1 - A primeira vista da Igreja
2 - Casa de Pimentão, que aqui é chamado de páprica - nesse casa além do pimentão seco vc encontra zilhoes de derivados.
3 - Forno - Esse é o modelo dos fornos que antigamente ficavam dentro das casas, além da função de forno também tinha função de aquecedor.
4 - A segunda Igreja de Tihany, reconstruida em 1755 - o corpo do fundador da András está na cripta.
5 - Nós e o lago Balaton ao fundo (ignore o mau humor de pokbunny, ele odeia ser turista)
6 - A casa que vamos comprar quando ganharmos na megasena acumulada.
7 - O lago Balaton
8 - Uma casa nos moldes do que era no há séculos
9 - Eu e Pokbunny passeando
10 - Uma outra vista da Igreja
11 - O Cruzeiro
12 - Os sogros 
13 - Uma das vielas de Tihany
14 - Contruçao bonitinha de 1929
15 - Nós turistando
16 - O museu de fantoches, não visitei, mas achei bem assustador, aquelas bonecas estranhas.
17 - Um hungaro famoso que estava vendendo livros na feirinha, Karo comprou pro pok, mas o pok só queria mesmo era se livrar das meias.
18 - Um dos jipes que levava o povo para as vinícolas
19 - Pok na fonte
20 - Pok correndo fazendo monstro
21, 22, 23 - As vinícolas
24 - Pokbunny dormiu antes mesmo de terminar de comer a bolacha.

Espero que tenham gostado e que sigam meu conselho, Hungria é bem mais que Budapeste, visitar lugares como esse valem muito a pena!

Beijocas